| Geometria |
Sinal mais forte Peça pequena com várias funcionalidades ou valor de consolidação de montagem. |
Revisar Geometria densa em recursos com seções finas, transições abruptas ou interfaces sensíveis à distorção. |
Má adequação Geometria grande e simples que outro processo pode produzir de forma mais direta. |
| Ambiente de serviço |
Sinal mais forte Condições de umidade, limpeza, desgaste, calor e contato são definidas. |
Revisar Condições de uso são parcialmente conhecidas, mas os requisitos de material ou acabamento permanecem em aberto. |
Má adequação Material é selecionado sem um ambiente de serviço definido. |
| Estratégia de tolerância |
Sinal mais forte Dimensões gerais e críticas são separadas, com pós-processamento permitido onde necessário. |
Revisar Várias dimensões de trabalho interativas requerem planejamento de capacidade de processo e inspeção. |
Má adequação Cada dimensão é esperada diretamente da sinterização, sem hierarquia ou plano de operação secundária. |
| Demanda de produção |
Sinal mais forte Demanda anual estável, programas repetidos ou uma família de peças podem suportar o ferramental. |
Revisar O encaixe técnico é bom, mas a vida útil do produto ou a demanda é incerta. |
Má adequação Demanda apenas para protótipos ou volumes muito baixos sem um caminho de desenvolvimento justificado. |
| Pós-processamento |
Sinal mais forte Dimensionamento, usinagem, passivação, galvanoplastia ou revestimento necessários são identificados precocemente. |
Revisar Requisitos de acabamento ou superfície de trabalho são conhecidos, mas ainda não vinculados a critérios de aceitação. |
Má adequação Operações secundárias são excluídas antes que características críticas e condições de serviço sejam revisadas. |